quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Ervas daninhas atacam “calçadão” de Monte Gordo


O “calçadão” de Monte Gordo tem vindo a sofrer um violento ataque por parte de ervas daninhas que actuam rápida e eficazmente.
Enquanto não chegam as primeiras intervenções do POC aquele passeio marginal, frequentado por inúmeros turistas, apresenta o aspecto que a imagem documenta.
Os serviços da autarquia encontram-se à beira de um ataque de nervos e assistem perplexos à rapidez com que as plantas nascem e crescem. “Surgem todos os dias, cada vez mais. Cortamos de um lado, fazemos um curto intervalo para comer uma bucha e quando voltamos estão já outra vez do mesmo tamanho. Isto não é natural. Até parece haver mãozinha da oposição por detrás.” – comentou um trabalhador que preferiu manter o anonimato

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Ministra da Cultura destaca participação no Programa Território Artes

Vila Real de Santo António, Castelo Branco e Vila Nova de Foz Côa, foram as três câmaras municipais que mais espectáculos culturais adquiriram, entre Outubro e Dezembro de 2006, junto do Programa Território Artes (PTA), uma plataforma virtual do ministério da Cultura.
O programa procura fomentar a descentralização das artes e a formação de públicos e disponibiliza uma série de espectáculos, ateliers e exposições, permitindo a contratação online com economia de custos.
Na apresentação nacional do PTA 2007, realizada recentemente em Castelo Branco, a ministra da Cultura destacou a participação de algumas autarquias e referiu a importância do envolvimento específico de público jovem e infantil.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Inundações e sarjetas










As inundações de Novembro de 2006 estão ainda bem vivas na memória dos vila-realenses. Viveram-se então momentos de aflição e desespero mas também de solidariedade.
Dois meses depois daquela calamidade, que afectou grande número de famílias, pode colocar-se a pergunta: – e se voltar a chover com alguma intensidade? A resposta é simples: - o resultado será igual ou pior.
O problema tem tendência a agravar-se não por efeito da chuva mas por negligência de quem tem a obrigação de tudo fazer para impedir as consequências da intempérie.
A impermeabilização das ruas e estradas de Vila Real de Santo António e Monte Gordo, conjugada com a inexistência de um sistema funcional de recolha de águas pluviais, a que se soma o estado das sarjetas existentes só pode ter um desenlace – mais inundações e prejuízos avultados.
De nada servirá então apontar o dedo à Natureza e falar em “cheias”, porque estas só acontecerão se o Guadiana transbordar. Agora trabalhar para minimizar as previsíveis inundações é algo que pode e deve ser feito. Basta abrir, limpar e desobstruir as sarjetas existentes para que os efeitos da chuva não sejam imediatos e avassaladores.
O que acontece actualmente é que cinco minutos de chuva normal transformam algumas artérias da cidade em rios intransitáveis.
Gerir uma autarquia não é ter só grandes e milagrosas ideias e projectos. É, sobretudo, contribuir no dia a dia para o bem-estar e a segurança da população.
Limpem as sarjetas por favor.

domingo, 28 de janeiro de 2007

Dinâmica empresarial espanhola dá emprego a portugueses


Um número cada vez maior de portugueses atravessa diariamente o rio Guadiana para garantir o sustento das suas famílias. Centenas de portugueses trabalham em empresas espanholas instaladas em Ayamonte nas áreas da construção civil, indústria alimentar de conservas de peixe, comércio e turismo.
A elevada dinâmica empresarial que manifesta a economia daquela cidade fronteiriça da Andaluzia tem contribuído para aliviar a pressão da falta de trabalho que se vive na margem portuguesa onde contam-se pelos dedos os novos empregos criados pelos sectores público ou privado.
No novo parque industrial de Ayamonte, situado no lado direito da auto-estrada, à saída da ponte internacional, é visível o crescimento do número de unidades ali instaladas, sinónimo de novas oportunidades de emprego para espanhóis ou trabalhadores estrangeiros, sejam eles portugueses ou do leste da Europa.
Várias fábricas de média dimensão surgiram num sector que, curiosamente, em Vila Real de Santo António parecia estar condenado à extinção – as conservas de peixe.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

ACRAL organiza carnaval da cidade por 160 mil euros

A Associação de Comerciantes da Região do Algarve (ACRAL) vai receber 160 mil euros da autarquia vila-realense destinados à produção dos carros alegóricos de carnaval e à concepção e execução das fantasias para os elementos dos grupos de foliões.
A contratação de figuras do mundo do espectáculo que garantam maior projecção mediática ao corso pombalino parece ficar à margem do protocolo agora celebrado.
Recorde-se que a iluminação de Natal e o fogo de artifício da passagem de ano foram também da responsabilidade da ACRAL que, para o efeito, celebrou um protocolo com a câmara municipal no valor de 220 mil euros.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Nova Câmara agrava diferendo PS/PSD

Os vereadores socialistas denunciaram publicamente a existência de irregularidades na abertura das propostas do concurso de construção do novo edifício “pombalino” da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.
Luís Gomes, presidente da câmara, recusou comentar “factos que não aconteceram” mas o PS refere que foi convocada nova sessão com a presença de um representante do Ministério Público para concluir e validar a abertura das propostas concorrentes, o que vem confirmar a irregularidade do acto.
Entretanto, à margem deste diferendo, cresce na opinião pública a ideia da necessidade de quebrar a monotonia cromática dos edifícios da Praça Marquês de Pombal. Com esse objectivo, cores mais garridas e alegres deveriam ser aplicadas ao futuro edifício da autarquia.
A proposta de cores que apresentamos em primeira mão foi-nos facultada por um grupo de conceituados vila-realenses e é a que está a recolher maior apoio junto da população.


«Marionetas apelam ao ‘sim’»

Sara Brito, delegada regional do Instituto Português da Juventude, Carlos André, delegado de saúde de Vila Real de Santo António e a deputada socialista Jovita Ladeira vão intervir num debate sobre a IVG após a representação do “Auto da Parideira à moda Vicentina”. 26 de Janeiro – 21h00 – Escola D. José I.

(Ver notícia no Barlavento Online)

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

LingóGreen pode avançar na Ponta da Areia

Paisagem natural da Ponta da Areia

Representantes da cidade de Vila Real de Santo António participaram recentemente em Atenas, na Grécia, no 2.º Encontro Internacional do projecto GreenLink.
O programa e objectivos do projecto deverão ser adaptados pelos serviços técnicos da autarquia de forma a ultrapassar as tradicionais lacunas no domínio da língua inglesa.
Apesar da filosofia do projecto procurar contrariar a expansão do tecido urbano para as zonas verdes envolventes os ambientalistas do concelho temem as “traduções e adaptações locais”. Com efeito, a combinação entre o GreenLink e o plano de requalificação da Ponta da Areia é um problema sem solução objectiva.
Dada a apetência das grandes empresas turísticas e de construção civil por territórios virgens é provável que os estudos apontem, numa primeira etapa, para a implantação de um campo de golfe de 18 ou 36 buracos na zona de pinhal e dunas que liga a ponta da Areia à nova estrada alcatroada de acesso pedonal à praia dos três Pausinhos. O segundo passo virá logo a seguir: “numa lógica de integração dentro dos planos regulamentadores de desenvolvimento do concelho e da região o campo ficará rodeado por apenas 264 moradias e um hotel de quatro estrelas” – ironizou um analista económico.
Outra variante do projecto será a canalização de parte dos 160 mil euros atribuídos a Vila Real de Santo António para a execução de estudos prévios para as zonas Coelho-Leste, Monte Gordo-Poente e Aldeia Nova-Sul. A avançar-se nesta via os planos poderão ser entregues a especialistas instalados na cidade universitária de Coimbra.
Também a designação em língua inglesa GreenLink poderá ser aportuguesada para LingóGreen, de pronúncia muito mais acessível aos hábitos culturais vila-realenses.

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Necessidades urgentes

WC - vista do exterior









WC - vista do interior

Terra turística por excelência Vila Real de Santo António orgulha-se de bem receber os seus visitantes. Aos sábados, durante as “pontes” festivas, portuguesas ou espanholas, na Páscoa ou no Verão, a cidade enche-se de forasteiros que animam as suas ruas centrais e congestionam a difícil circulação automóvel.
Assim que colocam pé em terra, muitos dos visitantes procuram, com olhar ansioso, instalações públicas que lhes permitam aliviar necessidades de algumas horas de viagem.
Acabam por ser os cafés e restaurantes locais a proporcionar um serviço para o qual não estão vocacionados. No entanto a situação poderá estar prestes a mudar com a oferta de um serviço de qualidade cujo único inconveniente é ser pago pelos utilizadores.
Mas quem se importa de pagar 50 cêntimos ou mesmo um euro em cabines como a que um leitor nos fez chegar e que poderá ser o modelo escolhido pela autarquia vila-realense?

Produção especializada exporta filetes de sardinha em fresco

Uma fábrica de filetes de sardinha em fresco iniciou a produção em Setembro de 2006 e está a trazer algum optimismo a um sector que nos últimos anos assistiu ao encerramento das conserveiras de Vila Real e Santo António.
Dedicadas a pequenos nichos de mercado ou até à criação de novos produtos de consumo estas empresas podem estar a dar os primeiros passos no relançamento industrial de uma cidade que necessita urgentemente de dinamismo económico e empregos para os seus habitantes.
(ver notícia no semanário Sol)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Os bancos e a qualidade de vida

A gestão social-democrata do município vila-realense completa hoje, 22 de Janeiro de 2006, quinze meses de mandato autárquico. Para assinalar a data dedicamos ao presidente e vereadores um pequeno álbum fotográfico subordinado ao tema jardins, na categoria “bancos”. Desta forma pensamos contribuir para a “Rede de Qualificação de Espaços Públicos” destinada a promover a melhoria da qualidade de vida da população residente.


Sueco perna longa


Anos 70






Anos 70 freestyle


Anos 70 senta e segue


Anos 70 pró-guadiana


Cheinho


Ventilado XL


Anti-renal


Arejado XXL

Estas tábuas não são daqui

Turístico quality Monte Gordo


Turístico quality Monte Gordo tintado

domingo, 21 de janeiro de 2007

2,5 toneladas de boletins municipais















O terceiro número do boletim da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António alcançou no final de 2006 o peso recorde de 2.580 quilos de papel impresso a cores destinado à leitura da população vila-realense.
A revelação deve-se a alguns estudantes que acidentalmente cruzaram os dados das edições dos três boletins municipais quando realizavam um trabalho escolar de Matemática. Para encher os 15 mil boletins foram impressas 600 mil páginas o que corresponde a cerca de 2,5 toneladas de papel de qualidade. O trabalho não aponta o custo do boletim porque os estudantes não conseguiram falar com o vereador do pelouro.
Apesar da elevada tiragem, a distribuição seguiu o modelo habitual, com a colocação de boletins em locais públicos como cafés e departamentos do município.
O primeiro número, publicado em Abril de 2006, teve 36 páginas e uma tiragem de 2.500 exemplares. Em Agosto do mesmo ano a autarquia lançou três mil exemplares do segundo número, com 44 páginas. Em Dezembro apostou em 15 mil exemplares a 40 páginas, uma edição nunca antes realizada.
Alguns observadores acreditam tratar-se de uma mudança na política cultural do município e referem que ao fomentar a leitura, sem discriminar nenhum habitante, está-se a colocar a cidade ao nível do que de melhor há na Europa. Vozes menos optimistas, e mais críticas, alertam para a facilidade com que se malbarata o dinheiro público.
De acordo com os Censos de 2001 o concelho tem cerca de 18 mil habitantes.


sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Barcos regressam à zona histórica


A política de aproximação e reencontro entre a população e o rio Guadiana começa a dar frutos e as primeiras embarcações estão a surgir em pleno centro histórico de Vila Real de Santo António.
A menos de cem metros da Praça Marquês de Pombal está em exposição uma lancha habitualmente utilizada no combate à ilegalidade e à infracção. Propriedade da Brigada Fiscal da Guarda Nacional Republicana a embarcação e respectivo atrelado movem-se para norte e para sul, provavelmente ao sabor da maré.
Com o exemplo dado pelo sector público, outros proprietários de barcos de pesca e recreio preparam-se para fundear junto às respectivas moradias. No caso de veleiros poderão surgir algumas dificuldades dada a altura dos mastros e a profusão de cabos eléctricos e de telecomunicações que atravessam as ruas da cidade.
Desta forma original Vila Real de Santo António pode mostrar aos visitantes nacionais e estrangeiros como é forte a relação entre a sua população e o rio Guadiana.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Especialista sugere implosão


A implosão do “prédio Sampaio” seria a solução mais adequada para o caso de um edifício que traz nos genes o cromossoma da ilegalidade.
O parecer técnico de um reputado especialista em casos do género apresenta 10 razões para a implosão da estrutura já erguida:

1 (e principal) – Prédio implodido, construtor f*****;
2 – A rapidez na demolição servirá de exemplo a futuros infractores;
3 - Há especialistas portugueses capazes de implodir qualquer edifício sem beliscar a vizinhança;
4 – O espectáculo da implosão atrairá a Monte Gordo mais de 50 mil pessoas, entre turistas e mirones;
5 – A transmissão em directo pela TVI, convenientemente negociada, programada e transmitida em directo, proporcionará receitas avultadas;
6 – As receitas poderão ser canalizadas para um fundo destinado a suportar eventuais despesas e indemnizações determinadas pelos tribunais;
7 – Os parques de estacionamento a nascente do Casino não têm sido convenientemente aproveitados e podem receber muitos milhares de espectadores;
8 – A implosão controlada integra-se na política de grandes espectáculos da actual câmara, os acontecimentos-âncora, divulgadores do nome da terra;
9 – A população apoiará porque gosta de espectáculo, de festa, e não há nada como uma boa implosão;
10 – A 20 metros do prédio, limite de segurança aceitável, poderá colocar-se uma fila de cadeiras onde ficarão sentados todos os intervenientes directos e indirectos neste caso – projectistas, arquitectos, engenheiros, advogados, investidor, técnicos da dgu da autarquia e vereadores (o ex-presidente Murta, apesar de não assinar na época, pode ser convidado por uma questão de etiqueta).

Nota: Para facilitar a discussão do tema no entre os interessados conjuga-se, a seguir, o presente do indicativo do verbo implodir: impludo, implodes, implode, implodimos implodis implodem. Já no conjuntivo ficará: impluda, impludas, impluda, impludamos, impludais, impludam.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Partido Socialista procura plano de cérceas do “prédio Sampaio”


A secção local de Vila Real de Santo António do Partido Socialista mobilizou todos os seus militantes para a tarefa da descoberta de um plano de cérceas desaparecido do processo do “prédio Sampaio”, cujas obras foram recentemente embargadas pela autarquia. Atacado fortemente pela bancada social-democrata na última assembleia municipal o deputado municipal, ex-vereador, e candidato a futuro deputado da nação pelo PS Manuel José Rodrigues, defendeu-se alegando que o plano desaparecido permitiu o licenciamento da construção de um prédio na marginal de Monte Gordo pelo anterior executivo socialista, área da qual era o responsável.
Nos dois últimos dias foi grande a azáfama junto da sede local do PS, com muitos militantes a responderem ao pedido do ex-vereador. Um dos mais activos nas buscas tem sido o previsível candidato a presidente da concelhia do PS que, na assembleia, teve grande dificuldade em transmitir as suas ideias sobre o assunto.
Neste momento as pesquisas poderão estar orientadas para o conteúdo de uns sacos volumosos que foram vistos a ser transportados ao entardecer, dias após as eleições de Outubro de 2005.
Se o plano de cérceas aparecer Manuel José Rodrigues poderá suspirar de alívio. Caso contrário, é provável uma retirada estratégica para a Assembleia da República onde, com a experiência acumulada, poderá dar o seu contributo em áreas ligadas ao poder local como o urbanismo, o planeamento e o licenciamento de obras.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Tabaco gera mau ambiente


Um grupo de utentes dos serviços públicos de Vila Real de Santo António defendeu recentemente a proibição de fumar em todas as dependências das estruturas autárquicas, especialmente nos locais de atendimento público.
O forte e incomodativo cheiro a tabaco é perceptível mal se entra nas novas instalações, ocupadas desde o início do ano pelo município, no antigo edifício da CGD, na Praça Marquês de Pombal.
Inconformados com o “odor pestilento” estão também muitos trabalhadores que ao regressar a casa são acusados pelos familiares de terem passado o dia “no café”.
“Sabemos que vão criar uma sala exclusiva para os não fumadores poderem recuperar o fôlego. Disseram-nos que a sala, além de ser tecnologicamente avançada, vai ter uma janela para o exterior e garrafas de oxigénio para os asmáticos. E garantiram também que teremos direito a uma lavagem a seco de duas mudas de roupa por semana.” – anunciou, pouco convincente, um membro da comissão de luta anti-tabaco dos trabalhadores da autarquia.
Um dirigente de um dos partidos da oposição confidenciou que farão tudo o que estiver ao seu alcance para impedir que os cigarros afectem negativamente a imagem do município. Já um assessor próximo do partido no poder frisou não ter conhecimento de quaisquer reclamações.
Face a uma velha lei de 1982, alterada sucessivamente ao longo dos anos (DL 393/88), mas bastante clara quanto à proibição do uso do tabaco nos locais de atendimento público, a última palavra poderá ser dos utentes daqueles serviços.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Mercado de Cacela com exclusivo VRSA

O mercado de Vila Nova de Cacela, de periodicidade mensal, vai deixar de ter artigos de marcas conhecidas para passar a vender exclusivamente produtos com o novo logótipo de Vila Real de Santo António.
A aposta é da autarquia que assim pretende promover a nova imagem da cidade junto dos milhares de visitantes que ao terceiro domingo de cada mês não dispensam uma visita àquele espaço comercial.
De acordo com uma fonte próxima do gabinete de inovação do município a ideia permitirá a instalação na futura zona industrial da cidade de uma unidade fabril exclusivamente dedicada à produção dos logótipos em diferentes tamanhos e formatos.
“Já era tempo de aproveitarmos o dinamismo económico de um mercado que atrai milhares de espanhóis interessados na qualidade da produção nacional” referiu um responsável que acrescentou não temer as reacções das grandes marcas que estão a antecipar perdas significativas nas respectivas vendas.

sábado, 13 de janeiro de 2007

Fogo de artifício coloca VRSA no Guiness: um foguete por habitante


A cidade de Vila Real de Santo António está à beira de entrar para o Guiness, o célebre livro dos recordes, graças ao fogo de artifício que a autarquia se prepara para lançar ao longo do ano de 2007.
“Ao princípio tratava-se apenas de suplantar a gestão socialista anterior com um fogo de artifício de maior qualidade mas depois começámos a descortinar as possibilidades de desenvolvimento sustentado do concelho por via de uma aposta coerente no foguete”, afirmou um técnico autárquico.
“Posso revelar em primeira mão que o objectivo a atingir é um foguete por habitante”, acrescentou um outro responsável.
Recorde-se que a nível mundial a autarquia mais próxima é a do Funchal, com um foguete por cada 20 habitantes, a que se segue Matanzas, em Cuba, com um foguete por 43 moradores mas com assistência obrigatória aos espectáculos, algo que a autarquia algarvia não pretende fazer.
Recentemente a cidade do Funchal conseguiu entrar para o livro dos recordes com o fogo de artifício do final de 2006 na categoria “intensidade”. A vila-cidade pombalina poderá entrar na categoria “foguete por morador – localidades entre 10 e 200 mil habitantes”.