quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

"Monte Gordo my home town"

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Casa de habitação, Rua de Ceuta, Monte Gordo

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Fuga de gás nas obras dos exteriores da piscina municipal


Uma fuga de gás resultante de uma rotura acidental, provocada por uma máquina que realizava trabalhos nos exteriores da nova piscina municipal, obrigou à evacuação total dos alunos da escola básica 2, 3 D. José I, de Vila Real de Santo António, na tarde de hoje, cerca das 16h15.
O gás libertado para a atmosfera espalhou-se rapidamente pelos arredores da conduta rebentada e gerou algum receio quanto à segurança das pessoas nos edifícios situados nas proximidades, entre os quais várias escolas e o centro de saúde.
Ao local acorreram de imediato os bombeiros locais e a PSP que isolaram o local até à normalização da situação.
Alguma sorte evitou estragos maiores uma vez que uma simples faísca poderia ter causado uma explosão de grandes dimensões. Até há algum tempo atrás, acidentes semelhantes ao de hoje apenas se verificavam com condutas de água ou cabos eléctricos, obrigando à interrupção do respectivo fornecimento durante curtos períodos.
Actualmente, a existência de gás canalizado na cidade deveria obrigar, no mínimo, a um reforço das condições de segurança e a um maior planeamento nas acções que obrigam a rasgar os pavimentos.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Escola do 1.º ciclo, Vila Real de Santo António

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Começou a renovação do Largo António Aleixo


As laranjeiras do antigo ‘Largo da Forca’ foram as primeiras a ser decepadas e a sentir os efeitos da requalificação daquele espaço público.
O painel informativo colocado no local não permite identificar as novas árvores que ali serão colocadas mas espera-se que forneçam alguma sombra. À partida parecem não ser palmeiras o que já é um bom augúrio.
Segundo a autarquia as obras no valor de 62 mil euros são inteiramente suportadas pela Electrofabril, ao abrigo de um acordo de Mecenato.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Casa de habitação, Monte Gordo

domingo, 25 de fevereiro de 2007

VRSA pode ser causa de infecções graves

Fotografia www.milenio.com

Na comunidade médica a sigla VRSA não é vista com grande simpatia. Em termos científicos significa, exactamente, “Staphylococcus aureus com resistência à Vancomicina”, o mesmo é dizer, um microrganismo resistente a antibióticos.
O VRSA foi isolado pela primeira vez no Japão em 1996 e confirmado em oito doentes, em 2002, nos Estados Unidos. O staphylococcus aureus é um agente etiológico de infecções adquiridas em hospitais ou mesmo na comunidade.
Por isso sempre que for pronunciada a sigla VRSA convém esclarecer se se trata do concelho de Vila Real de Santo António ou, pelo contrário, do pernicioso estafilococo dourado resistente a antibióticos.
Ainda assim podemos ficar descansados e confiar na medicina porque o VRSA (cocus), em laboratório, apresentou susceptibilidade a cloranfenicol, linezolina, minoclina, quinupristina/dalfopristina, tetracilina e sulfametoxazol/trimetropim.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edifício Frigarve, Vila Real de Santo António,
equipamento industrial de apoio à pesca

Polícia Marítima fiscalizou pescadores na Ria Formosa

Pescar com artes ilegais, sem licenças ou em locais impróprios pode ser um problema grave. A Polícia Marítima dispõe de novos meios de deslocação que lhe permitem chegar rapidamente aos infractores.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Uma excelente tarde no Guadiana para as competições desportivas de vela.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Zeca Afonso morreu há 20 anos

Mais uma empresa municipal com indícios de corrupção

- Relatório da Gebalis indicia crimes financeiros (DN)

- Gebalis: Relatório refere crimes financeiros (TVI)

- Conheça o relatório da polémica (Visão)

Assessores descontentes com nova viatura


Os assessores e demais técnicos de apoio contratado pela autarquia têm mostrado algum descontentamento face à nova limousine alugada em regime de leasing a uma empresa de um dos novos países da comunidade europeia.
A viatura permite transportar em grupo, com alguma comodidade, os vereadores e respectivos assessores e pessoal técnico, sem fazer disparar os elevados custos com os combustíveis.
No entanto, habituados a conduzir carros de serviço sem placas identificadoras de “propriedade pública” ou simplesmente “Estado”, a visibilidade transmitida pela limousine não é vista com bons olhos pelos novos quadros do município.


fotos recebidas por email

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Conjunto habitacional, Monte Gordo

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Dirigentes treinam na piscina para fazerem boa figura na inauguração



As imagens não permitem identificar com segurança se o saltador é do PSD ou da CDU.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edifício-sede do PCP, Vila Real de Santo António

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Filipe Meneses e Rui Rio: modelos de gestão autárquica para VRSA?

«Cheguei a tudo isto muito atrasado. Durante anos, cometi erros. Principalmente na gestão da minha imagem política. Há muita gente que me vê como um epifenómeno regional. A culpa é minha porque geri a minha carreira numa lógica altruísta, sempre a pensar nos resultados dos outros, os do partido, os de Cavaco Silva, e nunca a pensar em mim. Sendo uma figura de segundo plano, fiquei sujeito a ser julgado por pequenos episódios. Uma frase na televisão, uma parte de um discurso.»
Luís Filipe Meneses, PSD, Público, 18/02/2007


«pegar num presidente de câmara e passá-lo para um patamar superior, e depois ele andar inchado como um pavão e não tratar dos problemas das ruas, dos jardins, do urbanismo, dos bairros, do trânsito... Porque isso é que são os problemas autárquicos, é disso que estamos a falar.»
Rui Rio, PSD, Público, 18/02/2007


«Em meia dúzia de meses, consegui trazer para Gaia 500 milhões de euros de investimento privado. Contratei o Martim da Cruz, montei uma estrutura e organizámos uma viagem. Disse-lhe: quero ter os 100 maiores empresários de Madrid nestas áreas. Quanto custa? Eu pago.»
Luís Filipe Meneses, PSD, Público, 18/02/2007

«Peguei no PDM e coloquei a volumetria de construção cá em baixo. Os construtores reagiram logo. É o seu papel. Onde cabem 5 andares, querem 10. Mas eu é que sou o autarca, eu é que decido. (...) A verdade é que as empresas de construção civil não podem continuar a mandar nas câmaras e nas cidades, como continua a acontecer em muitos concelhos. No Porto, não. Posso garanti-lo. Ao nível do presidente, do vereador e de toda a direcção do Urbanismo. Havia um Gabinete de Projectos Especiais, acabei com ele.»

Rui Rio, PSD, Público, 18/02/2007

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edifício Alisuper, Monte Gordo

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

40 mil no Carnaval ou o milagre da multiplicação das pessoas

Segundo noticia o Barlavento online de 19 de Fevereiro Merche Romero desfilou perante “mais de 40 mil pessoas”.
O ‘método de cálculo’ que permite adiantar tais números tem início habitualmente com uma nota de imprensa enviada aos jornais dando conta das expectativas das autarquias em termos de visitantes. No caso do Carnaval deste ano eram esperadas 40 mil pessoas em Vila Real de Santo António. Em 2006, a acreditar nas notícias publicadas, foram “mais de 20 mil”.
Em 2007, a parada subiu, duplicou, atinge números nunca antes alcançados – 40.000. Tantos como os que, alegadamente viveram a última festa de passagem de ano em Monte Gordo. Quanto maior for o número de espectadores maior legitimidade tem o “investimento” astronómico que a câmara municipal realiza.
Mas, se os números divulgados podem ser fruto da imaginação de um qualquer gabinete de propaganda, a praça que o marquês mandou construir não permite especulações.
Como a entrada era livre, não há registo oficial de quantos viram o espectáculo. Assim, temos de recorrer a essa coisa que dá pelo nome de Matemática.
Ora a Praça Marquês de Pombal, em Vila Real de Santo António é um quadrado com 50 metros de lado que, se lhe juntarmos as ruas calcetadas que a envolvem, poderá atingir, mais centímetro menos centímetro, cerca de 70 metros.
Lado vezes lado, 70 vezes 70 e chegamos à área onde o Carnaval decorreu: 4900 metros quadrados. Para facilitar, em números redondos, sem discussão, temos um espaço com cerca de 5 mil m2.
Uma vez que não foi utilizada a técnica da fotografia aérea, é o momento de pedir ajuda a quem está habituado a calcular o número de pessoas que desfilam em manifestações: manifestação compacta, lado a lado, em andamento, duas pessoas por metro quadrado; três pessoas se os manifestantes estiverem parados.
Deveríamos agora descontar não só o espaço ocupado pelo obelisco, laranjeiras, bancos e demais mobiliário urbano como também o espaço reservado à passagem do cortejo.
Em vez disso, e como o habitual é os espectadores acorrerem às faixas laterais da praça para verem o corso, o mais simples é aceitar uma pessoa por metro quadrado, taxa que só poderá pecar por exagerada. Temos assim cerca de 5 mil pessoas a que poderemos juntar as que estavam na avenida da República, e ruas de acesso – mil no máximo -, o que totaliza 6 mil espectadores.
Afinal, quem ganha com esta inflação grosseira do número de visitantes?

A fotografia aérea permite um maior rigor na contagem de seres vivos. (foto www.sanparks.org)

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Escola Caldeira Alexandre, Vila Real de Santo António

sábado, 17 de fevereiro de 2007

PS local tem comissão de gestão provisória

João Reis, Ernesto Ramos, Lourdino Marques, Luísa Currito e Célia Cruz gerem o partido até à eleição de nova concelhia.

(ler notícia no barlavento online)

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edificio de Habitação, Av. Infante D. Henrique, Monte Gordo

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Concursos para “Casa da Câmara” com pouca visibilidade

Os documentos relativos ao concurso público para a remodelação e conservação do edifício da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António não se encontram disponíveis na página da Internet da autarquia.
O último concurso que pode ser lido na secção consultas em rede é o da “casa mortuária”, com data de 18 de Outubro de 2006.
A falta de uma informação clara sobre o tema tem gerado não só alguma confusão entre o valor do projecto e o da obra propriamente dita como diferentes interpretações sobre a demolição total do edifício ou a sua remodelação.

Acusados de peculato na EPUL

Cinco pessoas foram acusadas de peculato na EPUL por «prémios de produtividade pagos a administradores». Na sua edição online de hoje o Expresso adiantou que o vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa é um dos arguidos.

(ler notícia no Expresso)

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edifício dos CTT, Vila Real de Santo António

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Nova Câmara agrava diferendo PS/PSD - capítulo 2

Luís Gomes, presidente do município de Vila Real de Santo António, acusa na página da Internet da autarquia os vereadores socialistas Álvaro Araújo e Luísa Currito de “conduta ilegal e danosa” a propósito da denúncia pública por estes realizada de irregularidades no acto de abertura das propostas para a construção do novo edifício da câmara.
O comunicado oficial da presidência da câmara vem relançar o assunto cerca de três semanas após a publicação em jornais de expansão nacional da denúncia dos vereadores do PS. Este atraso poderá dever-se a questões de gestão da agenda política, a excesso de trabalho do gabinete de apoio ao presidente, mais preocupado neste momento com a preparação do suporte logístico a Merche Romero ou a alguma dificuldade de resposta de uma equipa melhor treinada para jogar nas áreas da gestão de imagem e do marketing político.
Entre denúncias de irregularidades de um lado e acusações de leviandade do outro, os vila-realenses ficam sem saber de que lado está a razão. Seria importante uma descrição pormenorizada dos acontecimentos ocorridos nas sessões em que os envelopes foram manuseados, feita por alguém que não pertencesse a nenhum dos dois partidos envolvidos na polémica.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edificio de Habitacão na Rua de Kinitra, Monte Gordo

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Os pilaretes morrem de pé

Os pilaretes “made in vrsa” estão nas últimas. Espalhados por todo o concelho estão a cair de podres e não há requalificação que lhes valha.
A ferrugem ataca-os de baixo para cima confirmando os altos teores de humidade que se fazem sentir no concelho. A imagem de desleixo e degradação que transmitem é pouco consentânea com “qualidade de vida” ou “turismo de qualidade”.
É provável que os nossos autarcas não tenham reparado ainda nestas peças de mobiliário urbano, de design pouco simpático e com um formato algo perigoso para quem tiver o azar de sobre eles cair.
Os pilaretes ou balizadores que no anterior mandato autárquico invadiram os nossos passeios, para impedir o estacionamento ilegal, estão a terminar o seu ciclo de vida.
O concelho de Vila Real de Santo António necessita urgentemente de uma gestão eficiente, que actue no sentido da padronização e implantação do mobiliário urbano, de forma a transmitir uma imagem de ordenamento e estruturação do espaço público.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Edifício da Docapesca, Vila Real de Santo António

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Guadiana e Atlântico, a marca de água durável

No sábado, a reflexão; no domingo, o referendo; na segunda-feira, o sismo. Alheias a tudo isto, apesar das marés, apesar dos planos para estreitar e elevar as suas margens, apesar de tudo o que lhe vertem em cima, as águas do Guadiana correm sempre para o mar.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Café Trindade, Monte Gordo

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Resultados concelhios do referendo sobre a despenalização do aborto em linha com o país


Nos próximos meses a assembleia da república deverá proceder aos ajustes legislativos de modo a que a interrupção voluntária da gravidez deixe de ser criminalizada e possa ser feita em condições dignas nos estabelecimentos do serviço nacional de saúde.
No concelho de Vila Real de Santo António a abstenção foi mais elevada que a nível nacional mas a expressão do “sim” foi claramente superior, atingindo os 75 por cento.
Na freguesia de Vila Nova de Cacela apenas 20 por cento dos votantes responderam “não” à pergunta formulada no referendo. Monte Gordo apresentou a maior taxa de abstenção e o resultado mais fraco do “sim”.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Escola do 1.º ciclo do ensino básico - Antigo colégio

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Um ano depois, “cogumelos” vão criando raízes


Há precisamente 365 dias atrás a câmara municipal procedeu à desmontagem e remoção das estruturas metálicas conhecidas por “cogumelos” que se encontravam “plantadas” na Praça Marquês de Pombal.
Em Abril de 2006 o boletim municipal referia erradamente que a operação se desenvolveu na Praça e «noutros locais onde os mesmos estão implantados», acrescentando tratar-se do cumprimento de uma promessa eleitoral de Luís Gomes.
A um ano de distância verifica-se que as palavras ditas ou escritas nem sempre correspondem aos factos. Os “cogumelos” ou sombrinhas permanecem nas restantes ruas e parece não haver qualquer intenção de os retirar.
Além de inestéticos e de constituírem uma barreira que impede a visibilidade das fachadas dos edifícios fronteiros, nem sequer conseguem cumprir a sua função, a de fazer sombra, pois as coberturas são invertidas.
Afinal, os factos sugerem que a remoção realizada em 2006 não foi ditada por uma preocupação cultural mas apenas por uma exigência populista, a de libertar a passagem para os carros de Carnaval poderem circular sem impedimentos à volta da Praça Marquês de Pombal.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Casino de Monte Gordo

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Mercado Municipal, Vila Real de Santo António

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Terrenos do Instituto Portuário votados ao abandono

Os terrenos públicos existentes na área nordeste de Vila Real de Santo António, sob a jurisdição do Instituto Portuário do Sul, apresentam uma imagem de degradação pouco ou nada consentânea com os dias em que vivemos.
Situados na zona envolvente da doca de pesca e cais comercial os terrenos, estradas, caminhos e edifícios vão acusando os sinais do desleixo e abandono a que foram votados.
No entanto, uma intervenção de carácter provisório e sem envolver grandes custos poderia melhorar a actual situação. Com a reparação das estradas, uma limpeza adequada e a colocação de uma vedação simbólica criava-se um parque de estacionamento de dimensão razoável, capaz de receber a maioria das viaturas que em alguns dias do ano inundam a cidade.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Aparthotel Guadiana, Monte Gordo, projecto de Raul Hestnes Ferreira


terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Milhares de apartamentos desocupados

Cerca de 100 mil apartamentos encontram-se desocupados em todo o Algarve, com especial incidência em alguns centros urbanos onde é praticado o chamado turismo de massas, revela o diário Correio da Manhã na sua edição do último domingo.
Monte Gordo é uma das zonas referidas como exemplo de uma sazonalidade resultante da preferência pela contrução de apartamentos em detrimento da edificação de hotéis geradores de empregos.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal

Balneário público, Vila Real de Santo António

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Estacionamento de automóveis sem solução à vista


O problema do estacionamento automóvel em Vila Real de Santo António continua por resolver na maior parte das artérias da cidade.
Desesperados pela falta de lugares à porta de casa, do trabalho ou, simplesmente, dos locais de comércio, os automobilistas estacionam em qualquer lugar, bloqueando acessos, portas, janelas e montras.
As autoridades manifestam alguma tolerância e só actuam em situações de maior gravidade ou quando são chamados por moradores que se sentem lesados. Com os passeios ocupados pelos automóveis, os peões vêem-se obrigados a circular no meio das ruas, correndo o perigo de ser atropelados.
Em qualquer outra cidade do Algarve estas situações não se verificam. O que mais preocupa os vila-realenses é a aparente incapacidade de resolver o problema por parte da autarquia.
Afinal, trata-se apenas de cenas de um quotidiano que só atinge quem anda a pé nas ruas da cidade.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal

Conjunto habitacional, Monte Gordo, rua Gonçalo Velho


domingo, 4 de fevereiro de 2007

Empresas municipais mal situadas na página da autarquia


A página da Internet da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António atribui um destaque grosseiro às empresas municipais, entidades que nem sequer existem no concelho.
Ao serem apresentadas a par da câmara, assembleia municipal e juntas de freguesia, no grupo dos órgãos autárquicos, é sugerido um estatuto que aquelas sociedades de capitais públicos ou maioritariamente públicos nunca poderão ter.
Os órgãos autárquicos são estruturas do poder local, representativas do município, eleitas por sufrágio universal dos cidadãos.
As empresas municipais são formas de organização da administração autárquica equiparáveis, entre outras, às associações de municípios ou aos serviços municipalizados.

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal
Antigo Quartel dos Bombeiros

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal

Hotel dos Navegadores, Monte Gordo, equipamentos turísticos



A neve sempre caiu

Monte Gordo, há 53 anos, a 2 de Fevereiro de 1954



quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

IAPXX apresenta arquitectura contemporânea

IAPXX - Inquérito à Arquitectura do Século XX em Portugal - é a designação de uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos cujos resultados foram apresentados recentemente na Faculdade de Arquitectura do Porto.
Segundo os promotores, o inventário inclui mais de 6000 obras e constituirá a base de lançamento de uma “campanha de opinião pública que leve a olhar para a arquitectura contemporânea como um recurso”.
No concelho de Vila Real de Santo António o IAPXX identificou mais de setenta obras representativas da arquitectura novecentista, de acordo com critérios de ordem cronológica, estilística, regional, tipológica ou ainda de “qualidade arquitectónica”.
Iniciamos hoje a divulgação dessas obras.


Edifício Ramirez, construído em 1926, projecto de Raul Lino