terça-feira, 30 de outubro de 2007

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(Monte Gordo - Tiago Salas / panoramio.com)

Inquérito: Via do Infante quer-se livre de portagens


A introdução de portagens na Via do Infante é uma ideia que a esmagadora maioria dos leitores rejeita totalmente.
E no entanto, apesar da oposição assumida por todas as forças vivas do Algarve, o assunto não morreu definitivamente. O Governo, ou os seus arautos, fazem todos os possíveis por mantê-lo vivo, como uma possibilidade, uma quase necessidade que será posta em prática assim que as condições económico-políticas forem apropriadas.
Concluída em 2003, após 15 anos de obras, a via longitudinal do Algarve veio libertar a estrada nacional 125 do intenso trânsito que a estrangulava e, ao mesmo tempo, dinamizar as relações económicas entre o Algarve e a vizinha região espanhola da Andaluzia.
Em Abril de 2003, na altura da inauguração do último troço, a Associação de Municípios do Algarve (AMAL) referindo-se à concretização do “sonho” salientava que a Via do Infante era a única estrada da região porque “a rua urbana 125 não é a solução para uma deslocação de longo trajecto no meio das nossas vilas e cidades. Quando não há alternativa não podem existir portagens”.
Actualmente concessionada sob o regime de portagens virtuais designado por SCUT, abreviatura de “Sem Custos para o Utilizadores”, os custos da construção e manutenção da Via do Infante são suportados pelo Estado através de pagamentos periódicos à concessionária Euroscut.
Concretizado o sonho em 2003 esperemos que o Governo não o transforme em pesadelo, criando portagens numa estrada que não é nem nunca será auto-estrada, apesar de pomposamente assim a designarem – A22.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

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(Solitário, Monte Gordo - vistasreais / panoramio.com)

domingo, 28 de outubro de 2007

VRSA na imprensa

Orçamento 2008: VRSA é o concelho que menos receberá em transferências directas
«O concelho de Vila Real de Santo António será o município algarvio que menos dinheiro receberá do Estado, no próximo ano. O valor das transferências directas do Estado para as 16 autarquias algarvias, previstas no Orçamento de Estado de 2008, foi tornado público pelo município farense.
Somadas as verbas do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), do Fundo Social Municipal e do IRS, Vila Real receberá um total de 3 milhões e 625 mil euros.»

(Notícia completa no Barlavento)

Missão de inspecção conjunta Portugal/Espanha
«Com o objectivo de reforçar a cooperação entre Portugal e Espanha no combate à pesca ilegal que tem forte expressão na zona do Guadiana, a Direcção Geral das Pescas e Aquicultura programou em articulação com a congénere espanhola uma acção de inspecção em terra, mar e ar.
Pela parte portuguesa, para além da Direcção Geral das Pescas e Aquicultura, estiveram envolvidos a Força Aérea e, pela parte da Marinha, o Comando Naval, o Departamento Marítimo do Sul e a Capitania do Porto de Vila Real de Santo António.»
(Notícia completa no AgroNotícias)

sábado, 27 de outubro de 2007

VRSA no ranking dos exames do 9.º ano

No ranking dos exames do 9.º ano de escolaridade a Escola Secundária de Vila Real de Santo António alcançou a melhor posição (609.ª) entre as quatro escolas do concelho com terceiro ciclo. A seguir posicionou-se a Escola D. Fernando, de Vila Nova de Cacela (803.ª), a Escola D. José I, de VRSA (933.ª) e a Escola de Monte Gordo (978.ª). Os resultados referem-se a um universo de 1292 escolas.
O ranking que hoje divulgamos refere-se aos exames de Português e Matemática do 9.º ano de escolaridade, realizados no final do último ano lectivo (Junho de 2007), e foi elaborado pela SIC tendo como base dados disponibilizados pelo ministério da Educação
A escala agora apresentada vai de 1 a 5, considerando-se satisfatórios os resultados iguais ou superiores a 3.
Com 128 exames do 9.º ano de escolaridade realizados a Secundária de VRSA obteve uma média de exame de 2,69 enquanto que a nota de frequência se situou em 3,22. A escola de Vila Nova de Cacela atingiu a média de 2,59 em 70 exames, a apresentou uma nota de frequência de 3,24, a mais alta das quatro escolas. A escola D. José I realizou 89 exames e a média foi de 2,51, enquanto que a nota de frequência alcançou 3,20. Já a escola de Monte Gordo em 56 exames atingiu uma média de 2,48 e uma nota de frequência de 2,96.
Se levarmos em conta que o exame de Português foi considerado bastante acessível pela maioria dos agentes que em Junho passado se pronunciaram sobre o respectivo grau de dificuldade, os resultados obtidos pela maioria das escolas são pouco abonatórios do sistema e um sinal claro de que muita coisa deve mudar no actual sistema de ensino.
No concelho vizinho de Castro Marim a respectiva Escola Básica ficou situada na 434.ª posição. Com 36 exames realizados e uma média de 2,78. A nota de frequência neste estabelecimento foi de 2,89, sendo aquela que mais se aproximou da realidade evidenciada pela média dos exames.
Ainda no tocante à diferença entre a nota de frequência e a média de exame, a escola D. José I é a que apresenta o maior desfasamento, (0,69) enquanto que a de Monte Gordo (0,48) é aquela que mais próxima está do nível realmente demonstrado pelos alunos nos exames realizados.
Segundo a SIC nos 50 primeiros lugares só há cinco escolas públicas. A escola algarvia melhor colocada é o Colégio de N. S. do Alto que surge na 26.ª posição com 26 exames realizados e uma média de 3,48, seguindo-se-lhe a Escola Básica n.º 4, de Faro, em 184.º lugar, com 184 exames e 3,11 de média. Nestas escolas as diferenças entre média de exame e nota de frequência são mínimas, 0,13 e 0,07 respectivamente.

Apesar de aparentemente não haver uma relação directa entre os dois momentos de avaliação, acreditamos que os resultados dos exames do 9.º ano aqui apresentados poderão ser um elemento interessante a considerar na apreciação dos exames do 12.º ano da Escola Secundária.

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(Monte Gordo oriental - pjpab / panoramio.com)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

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(Parque de Campismo de Monte Gordo - Gouveia / panoramio.com)

A escola secundária no 'ranking' dos exames

O Ministério da Educação divulgou recentemente os resultados dos exames do 12.º ano referentes ao último ano lectivo que permitiram a alguns órgãos de comunicação social criarem os seus próprios rankings que ordenam as escolas em função de determinados critérios de apreciação.
De acordo com a ordenação da SIC a Escola Secundária de Vila Real de Santo António aparece posicionada no 404.º lugar, num universo de 496 escolas.
Entre as escolas do Algarve a Secundária de VRSA situou-se na antepenúltima posição, apenas seguida por Olhão e Quarteira. A média de exames obtida ficou-se por 8,94 (num máximo possível de 20), com 411 exames realizados.
A Secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, foi a escola da região algarvia melhor colocada - na 96.ª posição -, com uma média positiva de 10,70, logo seguida na 109.ª pela Secundária João de Deus, de Faro, com 10,60.
Na ordenação dos resultados de 2007 aquela estação de televisão considerou apenas “os exames mais representativos (às 12 disciplinas com mais exames realizados por alunos internos, em todo o país, na 1ª e na 2ª fase de exames do Ensino Secundário - que incluem exames finais realizados no 12º ano e agora também no 11º ano); este ano foram consideradas as 12 disciplinas com mais de 2.000 exames realizados por alunos internos e as escolas onde, somadas as 12 disciplinas mais relevantes, foram realizados pelo menos 100 exames”. Este critério procura evitar que escolas com reduzido número de exames/alunos possam condicionar os rankings.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

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(Rotunda, Estrada da Mata - L. Alves)

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Dois anos de social-democracia sob o signo do Carneiro


Desde 22 de Outubro de 2005 decorreram dois anos completos de gestão social-democrata à frente da câmara municipal de Vila Real de Santo António.
Com uma actuação de cariz marcadamente populista, Luís Gomes, um dos mais jovens presidentes de câmara do nosso país, tem governado a autarquia sem contrariedades de maior uma vez que, logo no início do mandato, conseguiu o apoio político do vereador da CDU que se tornou o homem-chave da política vila-realense.
A determinação e o pragmatismo político de Luís Gomes, à falta de melhor justificação, podem ter origem nas características do seu signo astral - o Carneiro.
Regido pelo planeta Marte, LG sente necessidade de se manifestar de uma forma muito dinâmica. O desejo de ser o primeiro é supremo, por isso a sua expressão tem uma efervescência "naif" e uma inocência inexperiente que para se afirmar necessita de transferir a sua energia em explosões dinâmicas. Metas a curto prazo, resultados tangíveis, respostas imediatas, vontade de pioneirismo, tendência à impulsividade e alguma impaciência são marcas bem visíveis ao longo do seu percurso político, primeiro na oposição e actualmente como primeira figura do concelho.
No entanto, todos os especialistas em Astrologia por nós consultados concordam que o seu egocentrismo precisa ser controlado, e uma maior consciência das necessidades dos outros deverá ser desenvolvida, para que o conflito e a tensão sejam evitados não só no plano das relações pessoais como na área do relacionamento político.
Em homenagem aos dois anos de mandato de Luís Gomes, e também como tributo aos leitores deste blogue, publicamos aqui o programa eleitoral do PSD que, em 2005, mereceu o apoio da maioria relativa dos eleitores do concelho.
Um documento deste teor é sempre algo “para mais tarde recordar”.


«Um Compromisso com os Eleitores

1. TRABALHAR COM AS PESSOAS, PARA AS PESSOAS


2. REVER O PLANO DIRECTOR MUNICIPAL

3. RESOLVER DE VEZ O PROBLEMA DOS ESGOTOS

4. DESENVOLVER O TURISMO
* Criação do Parque Urbano da Muralha
* Reconversão Turística da Ponta da Areia
* Nova zona turística de Monte Gordo
* Requalificação das zonas de retaguarda das praias
* Requalificação do troço de costa entre as Praias de Santo António e dos Três Pauzinhos

5. DINAMIZAR O PEQUENO COMÉRCIO
* Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico e Promoção do Emprego

6. MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO RESIDENTE
* Estabelecimento duma Rede de Qualificação de Espaços Públicos
* Criação da Rede de Transporte Escolar
* Criação de Parques Infantis em várias áreas do Concelho
* Construção de balneários públicos em Monte Gordo
* Criação duma Rede de Ciclovias
* Programa de Recuperação e Manutenção das Estradas Municipais

7. APOSTAR NO DESPORTO E NO LAZER AO SERVIÇO DA POPULAÇÃO RESIDENTE

* Elaboração da Carta Concelhia do Desporto e Lazer
* Criação duma Rede Concelhia de Infra-estruturas de Desporto e Lazer
* Construção de Polidesportivos

* Criar o Conselho Consultivo para o Desporto, o Recreio e o Lazer

8. SER SOLIDÁRIO
* Criação duma Reserva de Solo Urbano Municipal
* Novas políticas de actuação e transparência no domínio da Habitação Social
* Criação do Núcleo de Consultoria Social
* Constituição do Fundo de Solidariedade Social
* Reivindicação duma unidade de cuidados paliativos

9. REVITALIZAR O TECIDO ECONÓMICO E FAZER DO CONCELHO UMA NOVA CENTRALIDADE
* Estabelecimento de plataformas de relacionamento institucional com a Andaluzia
* Reivindicação da criação do Hospital do Sotavento
* Candidatura de Cacela Velha a Património Nacional
* Desenvolvimento de esforços no sentido da criação do Centro de Congressos do Sotavento Algarvio
* Criação do Gabinete Técnico do Centro Histórico de Vila Real de Santo António
* Criação dum Centro Equestre Olímpico
* Festival de Teatro de Vila Real de Santo António
* Criação da Bienal de Requalificação Paisagística
* Criação do Circuito de Lazer da Carrasqueira

10. ACTUAR AO NÍVEL DOS TRANSPORTES E DAS ACESSIBILIDADES
* Construção do Nó Intermunicipal da Via do Infante entre as freguesias de Vila Nova de Cacela e de Conceição de Tavira
* Construção da rotunda de Vila Nova de Cacela
* Construção duma Variante entre a rotunda de Monte Gordo e Vila Real de Santo António
* Criação da Rede Turística de Transportes da Baía de Monte Gordo
* Outras acções - Sistema Ferroviário Ligeiro do Sotavento, ligação Ferroviária a Espanha, nova ponte

11. TER UMA VOZ ACTIVA NOS PROCESSOS EDUCATIVOS
* Dinamização do Conselho Municipal de Educação
* Criação de Oficinas da Criança

12. DESENVOLVER ACÇÕES DE REQUALIFICAÇÃO TERRITORIAL
* Criação do Centro Urbano das Hortas, Plano de Urbanização das Hortas, criação de novas zonas residenciais
* Elaboração dos Planos de Urbanização de Vila Nova de Cacela e da Manta Rota
* Requalificação Urbanística do Sertão
* Execução prioritária de um Projecto Global de Acessibilidades e Estacionamento

13. DESENVOLVER POLÍTICAS DE PROXIMIDADE
* Criação do Gabinete de Apoio ao Munícipe
* Criação duma delegação da Câmara Municipal em Vila Nova de Cacela * Apostar na delegação de competências para as Freguesias

14. MELHORAR A REDE DE INFRAESTRUTURAS
* Construção do Cemitério de Monte Gordo
* Construção duma nova Casa Mortuária
* Criação da Casa da Juventude
* Construção dum Lar de Idosos em Monte Gordo
* Promover a recuperação, valorização e modernização dos mercados municipais de VRSA e Monte Gordo»


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(Monte Gordo à noite - V. S. Ribeiro / panoramio.com)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A barraca das barracas da feira

Montadas nos primeiros dias do mês de Outubro as barracas da feira continuam a marcar presença na praça Marquês de Pombal e na zona norte da avenida da República.
Acreditamos que até para os mais renitentes, aqueles que apoiam mesmo quando discordam, será obrigatório reconhecer que “aqui há barraca”.
No ano de 2004 verificou-se uma situação semelhante à actual e correu na altura o rumor de que a empresa organizadora do recinto estava a fazer pressão sobre a câmara municipal para cobrar a factura antes de desmontar as barraquinhas.
Em 2005, ano de eleições, os pavilhões foram desmontados em três tempos e os inconvenientes para a população e turistas apreciadores da beleza e ‘charme’ da Praça foram minimizados.
Este ano voltámos à situação de 2004. Não queremos acreditar que a história se repita novamente. Um município com um orçamento aparentemente inesgotável para festas e foguetes como o nosso não terá certamente problemas de liquidez que o impeçam de acertar uma contabilidade menor.

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(Praia de Monte Gordo - msd.deeview / panoramio.com)

Inquérito: Leitores chumbam gestão laranja

O executivo social-democrata de Luís Gomes foi chumbado pela maioria dos participantes do último inquérito realizado neste blogue que terminou no domingo, dia em que o PSD completou dois anos à frente da autarquia vila-realense.
Cinquenta e seis por cento dos votos consideraram “má” a gestão laranja enquanto que os restantes 44 por cento avaliaram-na “satisfatória” (22%) e “boa” (22%), numa expressão simetricamente dividida.
Na impossibilidade de termos uma amostra representativa do eleitorado do concelho, estes números poderão ser entendidos como cada um quiser. Trata-se apenas de uma sondagem que procura reforçar a participação dos leitores na própria animação deste espaço de comunicação.
Atingido o equador do mandato de quatro anos por parte de uma equipa que no início estava animada de grande entusiasmo e parecia querer mudar radicalmente o modo de fazer política da “escola” de António Murta, não deixará de ser frustrante para os autarcas concelhios do PSD que apenas dois em cada dez leitores de uma sondagem desta natureza atribuam uma boa avaliação à sua gestão.

domingo, 21 de outubro de 2007

VRSA na imprensa

Droga junto da Escola Secundária
«A PSP de Vila Real de Santo António levou a cabo uma operação para travar o tráfico e consumo de drogas junto da Escola Secundária da cidade, que resultou em cinco identificações e um detido.
A acção, no âmbito da Operação de Segurança e Prevenção Escola Segura, resultou na identificação de cinco estudantes, todos do sexo masculino, entre os 18 e 20 anos de idade, residentes em Vila Real de Santo António e Tavira, na posse de cerca de 20 doses de haxixe e 5 gramas de liamba.»

(Notícia completa no Observatório do Algarve)

PIDDAC: 296 mil em 2008
«Além dos três que nada receberão, em 2008 os cinco municípios com menos dinheiro destinado a investimentos da administração central são os de Monchique (70 mil euros), Castro Marim (122.175 euros), Lagoa (200.581 euros), Vila do Bispo (248.856 euros) e finalmente Vila Real de Santo António (295.923 euros).»
(Notícia completa no Barlavento online)

“Terras” de atuns
«Conceição Cabrita, Vereadora da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António conseguiu numas quantas linhas publicadas no JA de 11.X.2007 aquilo que muitos de nós esperávamos e que durante já há alguns meses, nem a imprensa (incluo a Revista do JA) nem as TV's, nem os políticos (locais, regionais ou nacionais), e nem muito menos os responsáveis do sector da Saúde haviam conseguido: Responder às nossas perguntas e dúvidas, dissipando-as. Sem demagogia, Ela foi concreta, curta, concisa, esclarecedora!... A Senhora Vereadora, com a sua intervenção, é a excepção daquilo que uma vez disse Fred Barnes: “O segredo de um político é o de parecer tão estúpido como quem o ouve, de forma que os ouvintes se sintam tão inteligentes como ele”.»
(Artigo completo no Jornal do Algarve)

Nova greve nos Casinos do Algarve
«Os trabalhadores dos casinos do Algarve avisam que vão fazer nova greve a partir de dia 19 do corrente mês de Outubro e “por tempo indeterminado”. O pré-aviso já foi enviado às entidades competentes.»
(Notícia completa no Região Sul)

Jovita Ladeira reclama repavimentação da EN 125
«A deputada socialista Jovita Ladeira está preocupada com a segurança do troço da EN 125 entre Vila Real de Santo António e Cacela, dez quilómetros de estrada cujo piso tem sofrido uma degradação acentuada e onde as bermas nunca foram alcatroadas.»
(Notícia completa no Barlavento online)

sábado, 20 de outubro de 2007

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(Maré de algas, Manta Rota - Paulo Louro / panoramio.com)



sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Coração só em boas mãos

Via Verde Coronária contra o enfarte

O Centro de Saúde de Vila Real de Santo António é uma das quatro unidades básicas de urgência, sedeadas no Algarve, ligadas à Unidade de Cuidados Intensivos Coronários do Hospital de Faro, constituindo um elo importante da Via Verde Coronária, em pleno funcionamento desde o passado dia 15 de Julho.
Salvo qualquer imprevisto, decorrente de eventual falta de pessoal médico no serviço de atendimento permanente do centro de saúde de VRSA, qualquer doente atingido por enfarte agudo do miocárdio será imediatamente sujeito a exames e análises ao sangue para confirmação do incidente. Confirmado o diagnóstico, os exames poderão ser transmitidos por via electrónica para o Hospital de Faro onde um cardiologista de serviço passa a acompanhar a situação, sendo o doente medicamentado no centro de saúde ou, se necessário, transportado de urgência para Faro, a fim de ser submetido a exames mais detalhados ou a uma angiografia coronária de urgência para desobstruir a artéria do coração na Unidade de Hemodinâmica e Cardiologia de Intervenção.

As doenças vasculares e circulatórias são a principal causa de morte em Portugal, matando mais do que o cancro ou mesmo os acidentes de viação. Neste grupo de doenças o enfarte agudo do miocárdio tem lugar cativo, cobrando todos os anos um elevado número de vítimas. Metade das mortes por enfarte ocorrem nas primeiras três ou quatro horas após o começo dos sintomas por isso constitui uma urgência médica. Quanto mais cedo se iniciar o tratamento, maiores serão as probabilidades de sobrevivência.
A Via Verde Coronária agora implementada pela Administração Regional de Saúde é certamente uma garantia para os doentes dos concelho mas não dispensa a prevenção que passa pelo controlo de todos os factores de risco cardiovascular: diabetes, hipertensão arterial, tabagismo, dislipidémia, obesidade e stress, entre outros.
A prática regular de exercício físico (marcha, corrida, ciclismo, natação, por exemplo) e uma alimentação cuidada são a forma mais eficaz de prevenir o aparecimento de doença coronária.


quinta-feira, 18 de outubro de 2007

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(Aldeia Nova - digfish / panoramio.com)

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

EN 122 e EN125, a intervenção que tarda


O concelho de Vila Real de Santo António não está bem servido de acessos rodoviários. Nunca esteve. Situado na extremidade oriental do Algarve, na ponta mais a sudeste de Portugal, a cidade de Vila Real de Santo António liga as estradas nacionais 122 e 125 num cruzamento que sempre conhecemos com o nome de Encalhe.
E encalhadas durante muitos anos ficaram as duas estradas. A 125 sofreu obras de beneficiação e cosmética nos idos anos de oitenta do século passado e a 122 foi recentemente renovada numa extensão considerável até para lá de Alcoutim.
Infelizmente, na 122, ficou por alargar precisamente o troço mais importante para os concelhos limítrofes de Castro Marim e VRSA, a estrada que liga as duas localidades. Estreita, sem bermas de segurança, pobremente sinalizada e muito mal iluminada esta via rodoviária constitui um perigo para os turistas que a pé, ou de bicicleta, procuram visitar a reserva natural do Sapal ou mesmo o castelo e a fortaleza do concelho vizinho. É aflitivo vê-los por vezes parados na berma, à espera de uma oportunidade para cruzar a via em segurança, ainda por cima seguindo as sugestões das brochuras turísticas disponíveis nas unidades hoteleiras e nos postos de turismo.
Também a EN 125 precisa urgentemente de reparações. Esventrada repetidas vezes, num abre-fecha resultante de obras municipais mal planificadas, apresenta um aspecto degradado que não se coaduna com a imagem que o concelho procura transmitir para o exterior de “zona turística em progresso e desenvolvimento”.
Vem este apontamento a propósito de uma notícia de um jornal regional que dá conta de um requerimento da deputada Jovita Ladeira ao ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações em que a mesma reclama a “repavimentação” daquele troço da EN 125.
«A EN 125 entre Cacela e Vila Real de Santo António caracteriza-se pelo mau estado do piso e pela inexistência de bermas, levantando sérios problemas de segurança nos seus cruzamentos, pelo crescente movimento de residentes», escreve a deputada. Desta forma faz-se o branqueamento das responsabilidades do mandante da obra, a autarquia vila-realense ao tempo de António Murta. Basta ver o estado da estrada de Cacela para Tavira para se constatar as diferenças acentuadas ao nível da pavimentação.
Dizer-se que a estrada ‘caracteriza-se’ é quase passar um atestado de doença degenerativa à 125 e um certificado de aterosclerose aos munícipes do concelho que, de repente, ficaram desmemoriados. Todos sabemos que a memória por vezes é traiçoeira mas temos ideia de o actual estado calamitoso da estrada ser resultado das obras de construção do interceptor que vem de Manta Rota / Vila Nova de Cacela até VRSA.
Exercício de memória terminado, esperemos que os esforços dos que reclamam (os utentes), conjugados com os que partilham o poder ainda que sentados na Assembleia da República (os dois deputados naturais da terra), acrescidos dos apelos ou propostas dos governantes locais (a autarquia), consigam realmente aquilo que é melhor para todos: repavimentar e sinalizar devidamente a EN 125 e transformá-la numa via segura, acabando ao mesmo tempo com os ‘pontos negros’ onde muitos jovens do concelho têm perdido a vida.

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(Chaminé, perto de Cacela - Jovino Batista / panoramio.com)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

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(Fábrica, Cacela Velha - Stego / panoramio.com)

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Inquérito: duas semanas sem mobilidade

Nunca imaginámos que 90 por cento dos viajantes que por aqui passam (e que quiseram expressar a sua opinião) discordassem do encerramento ao trânsito da avenida da República nestas duas semanas (e mais alguns dias) devido à montagem dos pavilhões da Feira da Praia.
A situação deve ser inédita em terras deste Algarve e revela uma concepção provinciana da gestão de uma cidade, cidade que ainda por cima tem nesta artéria a sua principal via de penetração para se atingir o centro urbano.
Obviamente que reconhecemos que o problema não é recente. Há anos atrás, após um avultado investimento nos terrenos junto à doca de pesca, a autarquia resolveu atirar o dinheiro gasto pela borda fora e transferir a feira para o espaço actual. Desde essa altura que o problema persiste, afectando a vida e a actividade económica de todas as pequenas empresas que naquele local ficam bloqueadas e vêem a sua facturação afectada.
Mais do que a resposta quase unânime dos participantes no inquérito da semana passada, e que pode ser desvalorizada pela representatividade do próprio tipo de consulta (algo que nunca contestaríamos), aquilo que faz falta é promover uma ampla discussão entre todas as forças políticas, associações empresariais e demais interessados sobre o futuro de uma feira que de tradicional já pouco ou nada apresenta - aliás, o que nela mais abunda são os artigos ‘made in china’.
Sem tabus, sem entraves, sem condicionalismos, uma discussão franca e aberta certamente encontrará soluções adequadas que permitam melhorar o tráfego rodoviário e minimizar os prejuízos económicos de todos os que são penalizados pela actual situação.
Encerrar uma artéria desta importância um fim-de-semana é aceitável. Fechá-la duas a três semanas não lembra ao diabo.

domingo, 14 de outubro de 2007

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(Cacela, GBerg88 / panoramio.com)

VRSA na imprensa

Governo corta nas transferências para concelho de VRSA
«Em virtude da “elevada capitação de impostos que auferem”, explica o governo, os municípios de Castro Marim, Vila Real de Santo António, Albufeira, Lagoa, Portimão e Lagos, aos quais se juntam Alcochete, Palmela, Óbidos e Porto Santo, vão sofrer cortes.»

(Notícia completa no Região Sul)


Vereadora C. Cabrita responde a deputada J. Ladeira
«...entretanto, na discussão dos aspectos de cooperação em concreto no domínio da saúde no âmbito da geminação de Vila Real de Santo António com o município de La Playa, em Cuba, foi possível chegar a um acordo em que as intervenções cirúrgicas às cataratas seriam gratuitamente efectuadas, resumindo-se os custos da autarquia ao pagamento das passagens aéreas (cerca de 900 euros/doente)...»
(Notícia completa no Jornal do Algarve)


Protesto pelo fecho dos CTT de Vila Nova de Cacela
«A Comissão de Freguesia de V.N. de Cacela do PCP “protesta contra mais esta manifestação contra os direitos da população”e deplora a atitude da Junta de Freguesia que, "estando informada desta intenção, por parte da Administração dos CTT não informou a população, escondendo o que conhecia".»
(Notícia completa no Observatório do Algarve)

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Ter calma nesta sexta

12 de Outubro: Dia E, de Espanhol

O 12 de Outubro está para Vila Real de Santo António como o 6 de junho está para a Normandia. A «Operação Overlord» ocorreu naquele dia também conhecido por Dia D.
A invasão da Normandia começou com a chegada de pára-quedistas na noite anterior, maciços bombardeios aéreos e navais, e um assalto anfíbio bem cedo de manhã.
As semelhanças são evidentes: ontem começaram a chegar algumas equipas espanholas, ao estilo de batedores, comandos que procuram assinalar os melhores alvos a atingir; hoje, bem cedo, deu-se a invasão propriamente dita, com as diferentes vagas de assalto terrestre a procurarem o melhor caminho para chegar ao coração da cidade, refém de uma Feira com mais de duzentos anos.
Se na Normandia o objectivo era libertar a Europa do jugo nazi, em VRSA a finalidade da invasão do 12 de Outubro pouco tem a ver com o poder instalado. Os muitos milhares de espanhóis, oriundos a maior parte deles das áreas rurais (melhor talvez ‘menos urbanas’) da vizinha Andaluzia, uma região de Espanha com um índice de desenvolvimento superior ao do nosso país, dedicam-se à compra de tudo o que mexe, de tudo o que parece ter um preço inferior ao que se conseguiria em Espanha.
Com o centro de VRSA inundado de uma multidão de carteira recheada (e de carteiristas também), o trânsito lento e impróprio para cardíacos, a praça Marquês de Pombal invisível atrás do manto branco das barraquinhas dos frutos secos e do presunto, resta aos vila-realenses fecharem-se em casa, e esperarem pelas dez da noite para ensaiarem uma tentativa de aproximação ao local. É possível então que tenha sobrado alguma ‘fartura’a 1€.
Amanhã é sabado, e com alguma sorte, se a invasão espanhola não tiver uma segunda vaga, será possível aos vila-realenses reiniciarem a sua romaria diária às bombas de gasolina de Ayamonte, aos Mercadona, aos Eroski e os mais atrevidos aos Carrefour de Cartaya.
De qualquer modo, na pior das hipóteses, segunda-feira a vida terá voltado à normalidade. Esta é nossa globalização, a da raia, a da fronteira, a da foz do Guadiana.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Números desencontrados na educação infantil

O Partido Social Democrata contestou em nota de imprensa os números apresentados recentemente pelo Partido Socialista a propósito das crianças em lista de espera no ensino pré-escolar no concelho de Vila Real de Santo António.
Segundo os dados do PSD serão 44 e não 77 as crianças que não obtiveram vaga no pré-escolar. Relativamente a creches, a nota reconhece que há cerca de centena e meia de bebés em lista de espera, situação que afecta igual número de famílias. No documento refere-se que o executivo municipal lançou concursos para a construção e remodelação de mais creches.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

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(Barra de Cacela Velha - cmrp / panoramio.com)


terça-feira, 9 de outubro de 2007

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(Quinta da Ria, green n.º 12 e Oceano Atlântico Dieter Hoffmann / panoramio.com)


Comentários à prova
























A um poeta
(surge et ambula)

Tu que dormes, espírito sereno,
Posto à sombra dos cedros seculares,
Como um levita à sombra dos altares,
Longe da luta e do fragor terreno.
Acorda! É tempo! O sol, já alto e pleno
Afugentou as larvas tumulares...
Para surgir do seio desses mares
Um mundo novo espera só um aceno...
Escuta! É a grande voz das multidões!
São teus irmãos, que se erguem! São canções...
Mas de guerra... e são vozes de rebate!

Ergue-te, pois, soldado do Futuro,
E dos raios de luz do sonho puro,
Sonhador, faze espada de combate!
(Antero de Quental)

Fotos Sobre Fotos

(v.foto.radikal.ru)

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Inquérito: A ‘geração chupeta’ continua à espera*

«O equipamento engloba, entre outros espaços, duas salas de berços, quatro salas de actividades, copa de leites e sala de refeições e pátio para actividades ao ar livre.
A construção da creche vai permitir albergar, no total, 63 crianças - 15 crianças no escalão dos 3 meses até à aquisição de marcha, 24 crianças da aquisição da marcha até aos 2 anos e 24 crianças dos 2 aos 3 anos.
Refira-se que esta creche ficará implantada no primeiro piso do Centro Comunitário e vai juntar-se a outras valências já existentes como o apoio a idosos, apoio domiciliário, promoção de actividades sociais e culturais e infantário.»
Era bom, era, mas não se trata de VRSA. Trata-se do município de Loulé: «A cidade de Quarteira e as vilas de Almancil e Salir vão ter novos equipamentos sociais. Nesse âmbito, a Câmara de Loulé celebrou, na passada sexta-feira [a 26 de Janeiro de 2007], protocolos de colaboração com três instituições particulares de solidariedade social (Fundação António Aleixo, Associação Social e Cultural de Almancil e Grupo de Amigos de Salir), com o objectivo de comparticipar as referidas construções em 30%, sendo que a restante verba surge de uma candidatura ao Programa Pares (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais), de donativos e do apoio de outras entidades.»
Aqui no concelho, que não tem das piores taxas de cobertura do Algarve, muitas famílias passam todos os anos por momentos de ansiedade, à espera de uma vaga que lhes permita estruturar as suas vidas com a garantia de que os filhos ficam em segurança e acompanhados por profissionais competentes.
Recorde-se que o Ministério da Educação não assume a responsabilidade por este sector da educação infantil que tem funcionado ligado à Segurança Social. Actualmente a filosofia governativa dominante aponta para a entrega e gestão total do sector por privados. As câmaras municipais, a exemplo do protocolo estabelecido por Loulé, podem ter um papel importante na dinamização, incentivo e acarinhamento de projectos de particulares, designadamente de jovens recém-formados e em situação de desemprego.
A resposta quase unânime dos leitores do blogue não faz mais do que constatar uma evidência e apontar uma lacuna importante nas condições proporcionadas pelo concelho às famílias mais jovens.
Entretanto, na área do ensino pré-escolar, o Partido Socialista acusou na semana passada a autarquia de descurar as suas responsabilidades nesta matéria. “O número de crianças em lista de espera para o pré-escolar na área do concelho passou de 24 para 77 sem que a câmara tenha anunciado qualquer medida para resolver a situação”, divulgou o PS em comunicado após uma visita às escolas de VRSA. De acordo com os dados apresentados por esta força política a taxa de cobertura do pré-escolar caiu de 95 para 60 por cento.

* Encontrámos o termo ‘geração chupeta’ numa pesquisa rápida na internet. O termo, que consideramos particularmente feliz, é já utilizado por uma creche lisboeta.

Fotos Sobre Fotos

(legko.be)

domingo, 7 de outubro de 2007

O exemplo que vem do Brasil: Supremo acaba com os troca-troca partidários

(o voto do eleitor nem sempre é respeitado)

Num processo longo que tem vindo a prender a opinião pública brasileira o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu na quinta-feira passada a fidelidade partidária, ao decidir que o mandato de deputados e vereadores pertence ao partido, não ao parlamentar.
A medida agora tomada pelo poder judicial procura moralizar a vida política daquele país onde o ‘troca-troca’ no Parlamento emagreceu a oposição e alargou a base de apoio do governo de Lula da Silva.
A decisão é válida a partir de 27 de Março, data em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu no mesmo sentido. Todos os políticos que mudaram de partido antes dessa data serão amnistiados. Os 15 que o fizeram após 27 de Março serão ouvidos no TSE, arriscando a perda do lugar.
Enquanto decorria o julgamento no Supremo, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral apresentou publicamente um relatório preocupante: de 2000 a 2006, 623 políticos foram cassados, com base na Lei das Eleições. O dossiê inclui casos de captação ilícita de votos, uso eleitoral da máquina administrativa e corrupção. Prefeitos (o equivalente aos nossos presidentes de câmara municipal) e vereadores, cargos em disputa no ano que vem, são maioria.
Por cá, neste Portugal de bons costumes, uma medida idêntica serviria para dignificar a função política e acabaria com as “fugas” que se verificam principalmente na área do Poder Local. No caso concreto de Vila Real de Santo António, os eleitores que votaram na CDU não se sentiriam defraudados pela santa-aliança estabelecida a título pessoal pelo vereador João Rodrigues.

VRSA na imprensa

Clara superioridade em vitória inequivocamente folgada
«O Lusitano de Vila Real de Santo António, denotou muitas lacunas, em todos os capítulos de jogo e o Nacional sem jogar bem, longe disso, não teve qualquer tipo de dificuldade em alcançar os três pontos e por uma margem muito confortável.»

(Notícia completa no Jornal da Madeira)

O 5 de Outubro de 1910 no Algarve
«Os concelhos onde o PRP não conseguira estabelecer-se eram os de Castro Marim, Vila Real de Santo António, Aljezur, Vila do Bispo e Monchique, ou seja as áreas mais atrasadas da região, quer nos aspectos demográfico, económico e cultural, quer no político.»

(Notícia completa no Barlavento)

Cacela: Terminam escavações ao Túmulo de Santa Rita
«As escavações arqueológicas ao túmulo megalítico de Santa Rita, em Vila Nova de Cacela, terminaram a 28 de Setembro.»

(Notícia completa no Barlavento)

Grupo Turmuge lança Resort Forte Velho na Praia da Lota
«Em fase de aprovação está o Resort Forte Velho, localizado na Praia da Lota – Manta Rota, cuja abertura está prevista para 2011. Com 25 mil metros quadrados de construção e oito hectares em frente ao mar, o Resort Forte Velho poderá contar com uma eventual parceria com o Grupo TUI, segundo adiantou Carlos Nóbrega.
Para já, o início da sua construção deverá arrancar em 2009 e apesar de não querer adiantar o tipo de infra-estruturas que compõem aquele empreendimento, o mesmo responsável explicou que o mesmo terá um hotel, de quatro ou cinco estrelas.»

(Notícia completa no Turisver)

PCP elege nova concelhia
«O PCP de Vila Real de Santo António realiza no próximo domingo, dia 7 de Outubro, às 15:00 horas, no Glória Futebol Clube, a 7ª Assembleia da Organização Concelhia.
O propósito é a eleição estatutária de uma nova comissão concelhia, para os próximos quatro anos, e a aprovação de uma resolução política a apresentar à sociedade vila-realense, “que rompa com o modelo terciário de serviços cultivado pelo PS e PSD, numa terra de tradições produtivas”.»

(Notícia completa no Região Sul)

VRSA: PS acusa autarquia de esquecer o pré-escolar
«O PS de Vila Real de Santo António diz que a cobertura do ensino pré-escolar naquele concelho desceu de 95% para 60%, nos dois anos em que o PSD tem gerido a Câmara Municipal.»

(Notícia completa no Região Sul)

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Até o ressonar tem os dias contados – o mundo já não é o que era...



Hoje trazemos uma notícia diferente do habitual. Uns pequenos compartimentos de ar inseridos numa almofada especial, cujo fluxo é comandado por um pequeno computador colocado sobre a mesa de cabeceira, podem acabar com o tormento que é partilhar a cama com alguém que ressona.
A invenção do alemão Daryoush Bazargani (que confessou ressonar), professor de Ciências da Computação da University of Rostock, foi apresentada há dois dias numa conferência sobre saúde, na Alemanha.
"O computador reduz ou alarga os compartimentos de ar dentro do travesseiro para facilitar o fluxo de ar nasal e minimizar o ronco conforme a cabeça do utilizador se ergue durante o sono." O aparelho que analisa o barulho dos roncos pode ainda ser usado para massagens no pescoço.
Para que não digam que andamos para aqui a brincar e a divagar, pensámos no modo de estabelecer a ponte com os problemas do concelho. Neste sentido, se levarmos em conta os problemas conjugais que o ressonar provoca; os malefícios para a saúde, e até para a vida de cada um, que podem advir do evoluir de um simples ronco para a gravíssima apneia do sono; os conflitos de vizinhança que se verificam nos apartamentos pior insonorizados, com a consequente perda de qualidade de vida no meio urbano, é claro que o futuro Cartão da Família da autarquia vila-realense deve prever a comparticipação integral deste artigo que estará brevemente à venda nas farmácias sem necessidade de receita médica.

A fórmula mágica da vida e da criatividade

SWIM


DUET

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

As gloriosas máquinas partidárias

De 82 inscritos, 19 resolveram abster-se. Dos 63 restantes, 17 votaram em Marques Mendes e 45 em Filipe Menezes.
Para todos os efeitos esta é a máquina partidária do Partido Social Democrata em Vila Real de Santo António. É provável que existam uns quantos mais, mas as quotas estariam por pagar e não viram os seus nomes constar nas listas de eleitores autorizados.
O número de militantes representa cerca de 0,5 por cento da população do concelho. Por outras palavras, em cada mil habitantes 5 estão inscritos no PSD e pagaram as suas quotas atempadamente, de forma a poderem participar nas eleições directas do partido.
A partir desta massa humana são delineadas as candidaturas autárquicas. O resto faz-se com ideias, acordos, promessas, compromissos, dinheiro, apoios, sedução, estratégias mediáticas, mais dinheiro e muita ambição.
Três décadas depois do 25 de Abril de 1974 os partidos perdem a sua importância como estruturas humanas de suporte político da democracia e convertem-se, progressivamente, em máquinas ao serviço de projectos pessoais cada vez mais desligados e distantes das ideologias fundadoras dos respectivos partidos.
A situação nos restantes partidos políticos com expressão local não andará muito distante daquela que aqui foi apresentada e cujos números foram recolhidos na edição desta semana do jornal Barlavento.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Vem aí o Cartão social

Que têm em comum as cidades de Vila Real, Trofa e Vila Real de Santo António? À primeira vista nada. Um olhar mais atento descobre que as três cidades resolveram proporcionar aos seus concidadãos condições especiais de apoio social que os distinguem do resto dos portugueses que vivem nas mesmas condições.
A cidade de Vila Real, no norte transmontano, apoia todos os agregados familiares, com três ou mais filhos, residentes no concelho de há pelo menos cinco anos, através do Cartão Municipal de Família Numerosa que consagra toda uma série de importantes benefícios nas áreas da educação, desporto, espectáculos, transportes e taxas e licenças municipais. Desta forma aquele município pretende incentivar a natalidade e responde a alguns dos argumentos dos casais que evitam ter mais do que um ou dois descendentes devido aos elevados encargos com a educação das crianças.
Já a Trofa lançou no início deste ano o Cartão Família garantindo igualmente benefícios nas áreas da saúde, educação e alimentação.
Vila Real de Santo António prepara-se também para criar o seu Cartão da Família destinado a todos os munícipes com residência permanente no concelho há pelo menos cinco anos, com um rendimento mensal per capita igual ou inferior a 50% do salário mínimo nacional e que não possuam bens patrimoniais à excepção da casa onde a família habita.
Quanto a benefícios, VRSA garante aos titulares do cartão apoio social escolar, desconto de 30% na utilização de piscinas municipais, espectáculos culturais, desportivos, de recreio e lazer, desde que organizados directamente pela Câmara Municipal e redução de 20% nos custos das taxas e licenças municipais.
Para além de outros possíveis descontos em estabelecimentos comerciais a maior novidade do novo apoio social surge no pagamento de 20% sobre a parte não comparticipada pelo Serviço Nacional de Saúde na medicação adquirida mediante receita médica em determinados medicamentos.
Ainda no âmbito do Cartão da Família a autarquia poderá suportar os custos de transporte sempre que o utente se tenha de deslocar num raio superior a 50 km.Relativamente às despesas de saúde o regulamento prevê um limite anual no valor de um salário mínimo nacional por cada beneficiário. Durante 30 dias o regulamento do novo cartão encontra-se em fase de inquérito público.

Fotos Sobre Fotos


(imageshack.us)

Hotel Guadiana está à venda


O emblemático Hotel Guadiana está à venda na Internet. Uma localização excepcional no centro da cidade de Vila Real de Santo António e óptimas vistas sobre o rio Guadiana, Ayamonte e o porto de recreio são algumas das mais-valias desta unidade hoteleira de 40 quartos.
A prestigiada leiloeira Sotheby's International Realty está encarregue da venda. Se algum dos leitores ou comentadores deste blogue estiver interessado no negócio terá de se apressar, pedir o preço por mail e fechar rapidamente o negócio, não vá algum dos novos e experimentados gestores e reabilitadores urbanos municipais antecipar-se.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Outono apenas


(Jacob Cats, 1779)


segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Inquérito: Pilaretes sim! Multas não!

Uma larguíssima maioria de participantes no último inquérito consideraram que a solução imediata e mais simples para acabar com o estacionamento ilegal de automóveis sobre os passeios de Vila Real de Santo António e Monte Gordo é a colocação de pilaretes.
A aplicação de multas, a alternativa que apresentámos, foi escolhida por poucos leitores, provavelmente por ser penalizadora dos magros recursos da população.
Habituados a conviver com os inestéticos pilaretes colocados ao longo de algumas ruas, os munícipes deste concelho gostariam de ver resolvido um problema que afecta a qualidade de vida de todos em geral e particularmente de crianças, idosos e utilizadores de cadeiras de rodas ou invisuais.
Na realidade, ou a autarquia saca um coelho de uma cartola em termos de criatividade, ou num horizonte próximo não terá outra solução que não passe pela colocação de mais pilaretes.
Como alguns comentadores referiram ao longo da semana, esta será sempre uma medida transitória. A solução definitiva passará por criar estacionamento público seguro na malha urbana e obrigar ao cumprimento da lei no que toca a lugares obrigatórios de parqueamento em todos os projectos em fase de aprovação.
Entretanto, rua a rua, quarteirão a quarteirão, os responsáveis pelo pelouro do trânsito podiam rastrear os problemas existentes, ouvir os moradores, e aplicar medidas simples que criariam algumas dezenas de novos lugares de estacionamento (uma delas podia ser a limitação de uma única saída para as garagens que embora possuam mais de um portão têm um espaço interior único).

Fotos Sobre Fotos

(imageshack.us)