domingo, 23 de dezembro de 2007

VRSA na imprensa

Casas da Música
«Propõe-se a nossa Autarquia investir 93 milhões de euro ao abrigo da recém criada Rede Urbana do Baixo Guadiana (Programa Polis XXI), para a requalificação da zona ribeirinha do Guadiana, a que alguns sectores ecologistas lusos e espanhóis, já chamam a “betonização da margem direita”, temendo venha a acontecer o que acontece na margem esquerda. Ela prevê, para citar algumas obras de maior vulto, a construção de um hotel de 5 estrelas, a ampliação das instalações da ANG e uma marina para embarcações de recreio. Será que sobrarão alguns “tostões” para a recuperação da “nossa” Casa da Música, também ela inserida na zona ribeirinha do Guadiana?... Quando façamos a sua recuperação, não nos esqueçamos de agradecer publicamente a quem fez a doação – pois, mais vale tarde do que nunca...»

(Artigo completo no Jornal do Algarve)

Polis XXI só para o centro da região
«Entre os autarcas que defendiam o projecto de renovação do Baixo Guadiana, o mal-estar é evidente. A não aprovação do projecto é encarada por José Estevens, autarca de Castro Marim, como “uma contradição do Governo, que defende o combate à desertificação e agora não aproveita esta oportunidade, assim haverá um Algarve cada vez mais rico e outro cada vez mais pobre”, contesta. O autarca de Vila Real de Santo António, Luís Gomes, é da mesma opinião, mas diz não desmotivar e pretende apresentar novas propostas que visem concretizar os projectos que caíram. Para Francisco Amaral, de Alcoutim, “esta é mais uma injustiça em relação ao Nordeste algarvio, somos uma das zonas mais pobres da Europa e assim vamos continuar”.»
(Notícia completa no Correio da Manhã)

«Eixo central» do Algarve foi mais forte
«Apesar de a candidatura do Baixo Guadiana não ter sido uma das cinco seleccionadas a nível nacional, o presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António já assegurou ao «barlavento» que tenciona recandidatar-se na segunda fase apresentação de propostas ao Polis XXI, o que deverá acontecer em Abril de 2008.»
(Notícia completa no Barlavento)

4 comentários:

Anónimo disse...

Parabéns á camara pelo espectaculo de fogo de artifio, do melhor que há, só tenho pena que quem organiza estes eventos não ouça os conjuntos que contratam para estas ocasiões, podem ser muito bons mas não são para alegrar uma passagem de ano. por alguma razão meia hora depois de começar o espectáculo já se tinha ido metade das pessoas embora, deve haver conjuntos muito mais baratos mas que têm um tipo de musica mais adequado para a ocasião e não estamos a falar em pimba. Mas o caro é que é bom.

Anónimo disse...

Também lá estive e nao partilho totalmente da opiniao do comentador das 13:26... realmente há grupos melhores, mas até que este anima bem...agora e tal como eu, muita gente veio embora para passar o resto da noite com as familias... o que nao quer dizer que varias pessoas nao tenham vindo embora porque simplesmente nao gostaram.
Um Feliz ano para todos

Anónimo disse...

ò das 12.49, para quê tentar não reconhecer os fracassos. O fogo foi bonito, o conjunto uma fraude.

Anónimo disse...

Se foste ter com a familia não faças comentários, a mania que as pessoas têm comentar situações onde não estiveram presentes, o conjunto era bom ninguem põe em duvida mas aquela musica não é para uma passagem de ano em que as pessoas querem se divertir.