segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

A lenta agonia das palmeiras

Chegaram a estar viçosas, com um verde que deixava a esperança de se terem habituado ao seu novo habitat. Uma ou outra teve problemas de adaptação e foi rapidamente substituída.

Nos dias que correm, neste início de 2008, a sua cor e aspecto geral causa alguma inquietação e a impressão que deixam a quem as observa com olhos de ver é a de uma agonia contagiosa que as leva, pouco a pouco, a perder as folhas e a secar irremediavelmente.
As caras e portentosas palmeiras da Avenida da República de Vila Real de Santo António foram adquiridas e transplantadas na altura da remodelação daquela artéria vila-realense há alguns anos atrás e algo de menos bom está a acontecer-lhes.
Esperemos que os técnicos especialistas em doenças de plantas (exóticas?) consigam debelar o mal a tempo.

3 comentários:

Anónimo disse...

Gostaria de prestar a minha homenagem ao considerado "maldito" Luis Pacheco...talvez o ultimo portugues livre que disse e escreveu o que realmente pensava, sem pensar nas graves consequencias que iria sofrer pelo regime salazarista e posteriormente por este regime semi democratico em que sobrevivemos...
Luis Pachego..eternamente


El Guardián de la Barquinha

Anónimo disse...

Esta foi uma das boas aquisições do murta e segundo consta custaram um balurdio, alguém deve ter lucrado com esta compra além do dono, não era necessário ser jardineiro para ver que as palmeiras estavam todas podres. O sr. arquitecto que as escolheu agora devia pagá-las

Anónimo disse...

o El Guardián de la Barquinha deve se ter inspirado na forma fálica da palmeira... se bem que ambos agonizando